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sexta-feira, 14 de agosto de 2020
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Cristãs butanesas testemunham sobre sua fé
Verdadeiras guerreiras testemunham sobre o que estão vivendo depois que conheceram a Cristo e contam sobre cura e transformação em suas vidas
No Butão, 23 mulheres se reúnem para dar relatos sobre sua jornada de fé. Mães, esposas, filhas, missionárias, todas portadoras da vida e da Palavra do Senhor. Elas falam sobre seus encontros pessoais com Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida, e como isso tem permitido compartilhar a mensagem da Salvação com os cidadãos butaneses. Lisa* trabalha no ministério de formação de mulheres. "Elas me inspiram porque estão sempre interessadas na disciplina e no treinamento que disponibilizamos através da Portas Abertas. Nem sempre é fácil, pois o inimigo anda em derredor, tentando dificultar o aprendizado delas. Durante o treinamento, algumas experimentam distúrbios à noite e não conseguem dormir. Outras têm pesadelos, dores físicas e desconfortos. Nós temos orado muito por elas, intercedendo sempre", diz ela.
Segundo a instrutora, quase metade da turma não sabia ler nem escrever. "É preciso muita paciência e determinação para envolver as novas convertidas, mas é compensador ver o quanto elas se engajam rapidamente, ganhando confiança e participando de tudo. O Espírito Santo tem nos dado sabedoria e entendimento". Lisa continua. "Apesar de não serem alfabetizadas, elas são capazes de compreender as verdades da Palavra de Deus e ver a diferença que isso faz em suas vidas. Eu aprendi que não importa quanto conhecimento adquirimos ao longo da vida, se não houver uma transformação ele será inútil", reconhece.Mila* é uma das participantes. "Eu aprendi a compartilhar o evangelho com as pessoas e sei que isso honra a Deus, além disso, posso oferecer o meu amor e a minha vida para os outros, e isso faz é regenerador", afirma.
Transformadas e curadas através do toque de Cristo
As mulheres também contam histórias que falam de cura e libertação. Sheena* tem três filhos e um deles ficou doente, acometido de uma paralisia. "Nós o levamos para diferentes templos e mosteiros, mas ele não foi curado. Certo dia, um vizinho cristão nos disse que Jesus também é cura nessa vida e não somente vida eterna, então nos convertemos. Aos poucos, vemos nosso filho melhorar e isso tem sido um verdadeiro milagre.
Martha* conta que numa ocasião esteve tão doente que chegou a orar a Deus pedindo a morte. "Isso aconteceu há 20 anos e foi quando ouvi falar do evangelho pela primeira vez e fui curada. Eu tive um verdadeiro encontro com Cristo quando estava no hospital e alguns cristãos oraram por mim e eu fui curada. De lá para cá nunca mais saí da presença de Deus. Alguns familiares também se converteram depois de mim", conta a cristã.
"Meu marido era um xamã (líder inspirado por espíritos), mas quando nos casamos ele só dizia que era um religioso, e para mim as pessoas religiosas são boas. Quando ele revelou o que fazia, eu fiquei chocada. Minha vida foi bem difícil porque sempre que ele me via orando, ele fazia rezas ao meu redor com um incenso. Quando eu lia a Bíblia, ele discutia comigo, mas sempre perdia em seus argumentos. Uma vez, fiquei tão doente, que ele me levou para os monges nos monastérios, mas eu só piorava. A essa altura, ele tinha enterrado minha Bíblia perto de uma árvore, por causa das crenças dele. Então, ele desenterrou e leu. Ele disse que ouviu uma voz dizendo para ele orar por mim, foi quando ele fez um propósito e disse: ‘Se minha mulher for curada eu vou acreditar no Deus dela’. Naquele mesmo dia eu fui curada e hoje meu marido também é cristão e temos uma vida muito feliz", conta Kamila*, outra participante.
Há muitas outras histórias bem interessantes que essas mulheres, esposas e mães compartilharam. Algumas que chegaram perto do suicídio por sentirem desespero e depressão. Outras que suportaram muito tempo seus maridos alcoólatras, mas que viram eles curados pelo poder do nome de Jesus. Uma delas chegou a dizer: "Deus realmente ouviu as minhas orações, agora sou uma mulher feliz e realizada, pois Deus mudou a vida do meu marido. Eu acho até que ele se transformou num cristão muito melhor do que eu", finaliza.
*Nomes alterados por motivos de segurança.
Motivos de oração
- Louve a Deus por tantos testemunhos lindos e inspiradores e porque essas mulheres foram alcançadas pelo poder restaurador de Cristo.
- Ore para que elas continuem firmes em sua fé e que façam muitos discípulos em seu país.
- Ore pelo Butão, para que o evangelho se espalhe por aquelas terras e que haja muitos outros relatos como estes para edificar a fé dos cristãos livres de perseguição.
- Agradeça a Deus por conceder à Missão Portas Abertas esses treinamentos, além da estratégia para entrar em países que são fechados para o cristianismo.
Publicado em: cpadnews.com.br
Missionários Online - MOL
Siga-nos:
Grupo de Notícias: http://br.groups.yahoo.com/group/missionariosonline/
"Viver para Cristo é a aventura mais vibrante do mundo, mas é difícil". Charles R Swindoll
- Ore para que elas continuem firmes em sua fé e que façam muitos discípulos em seu país.
- Ore pelo Butão, para que o evangelho se espalhe por aquelas terras e que haja muitos outros relatos como estes para edificar a fé dos cristãos livres de perseguição.
- Agradeça a Deus por conceder à Missão Portas Abertas esses treinamentos, além da estratégia para entrar em países que são fechados para o cristianismo.
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domingo, 1 de maio de 2016
MEVEDESP: Alcançando os de Sua Própria Família
“Pois
nem os seus irmãos criam nele”. João 7:05
É interessante lembrar que nem Tiago, nem qualquer dos outros irmãos de Jesus acreditavam nele antes de Sua ressurreição. Em um determinado momento, tentaram levá-lo para casa, pois pensavam que Ele tinha perdido o juízo. João 7:5 nos diz: "Pois nem os seus irmãos criam nEle."
Tiago começa a sua epístola identificando-se como um servo de nosso Senhor Jesus Cristo (Tiago 1:1). Isto é importante se você considerar o fato de que Tiago era meio-irmão de Jesus, assim como os outros irmãos e irmãs.
Mesmo assim, Tiago não começa a sua epístola dizendo: "Tiago, irmão do Senhor", ou mesmo "Tiago, o meio-irmão de Jesus". Ao invés disso, ele escreve: "Tiago, servo de Jesus."Lá estava Jesus, que viveu uma vida perfeita, uma vida sem pecado. Ele nunca mentiu, roubou ou perdeu a paciência. Ele nunca pecou interiormente. No entanto, como o próprio Jesus disse: "Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra" (Marcos 6:4).
Isso mostra que, mesmo vivendo uma vida perfeita e sem pecado, isto não converterá necessariamente alguém. E estamos longe de viver o testemunho que deveríamos viver.As pessoas mais difíceis de alcançar são normalmente aquelas mais próximas de nós, especialmente as de nossa própria família. Muitos de nós fomos criados em lares não cristãos e sabemos o quão difícil e hostil um lar pode ser.
Foi preciso que Jesus Cristo ressuscitasse dentre os mortos para finalmente alcançar seus irmãos. Foi quando todos acreditaram e o poder do evangelho pôde ser manifestado.
Publicado em: mevedesp.blogspot.com.br
terça-feira, 1 de março de 2016
[cronicasdoprwagnerr] DRENOS DA COMUNHÃO
DRENOS DA
COMUNHÃO
320
INTRODUÇÃO
Drenos são valas ou cavidades por onde algum material pode sair. Eles são valiosíssimos quando retiram o perigo de um estouro de represa, quando ajudam os rins ou intestinos a esvaziarem os seus conteúdos ou impedem o excesso em algum depósito. Mas tornam-se terríveis quando roubam a força, a energia ou o elemento essencial de algum sistema. Há drenos na terra, como valas, tubulações etc. Há drenos cirúrgicos, para aliviar os líquidos que se acumulam no corpo. Há drenos de ar, de diversas aplicações.
O tipo de dreno mais comum na compreensão popular é o tecnológico. Um exemplo comum é o descarregamento da bateria dos celulares (telemóveis), sem que o usuário esteja realizando nenhuma atividade. Tão logo o aparelho acusou bateria completa, o mostrador indica a queda rápida de energia. 90%, 65%, 30%, e, em pouquíssimo tempo, o equipamento desliga. Quando um entendido avalia o que está acontecendo, descobre que algum aplicativo está ligado o tempo todo e consome toda a energia. Para resolver o problema bastará retirar esse software e a energia voltará ao normal.
Há drenos na nossa comunhão com Deus também. Antes tínhamos o primeiro amor, amávamos as almas perdidas, testemunhando a elas do plano da salvação. Buscávamos obedecer ao Senhor e mantínhamos comunhão contínua com Ele. Isso nos animava a servi-Lo em novidade de vida, nos dando a graça de não medir esforços para a dedicação ao trabalho, levando a sério o dia do Senhor e buscando a Deus diariamente. Deus era real para nós. Em algum momento perdemos essa sensibilidade e a energia drenou-se quase que totalmente. Hoje, caídos num marasmo e numa rotina desmotivadora, perguntamo-nos: o que drenou a nossa comunhão com o Senhor?
A Bíblia é a Palavra de Deus e não esconde de ninguém os drenos que destruíram parcial ou totalmente a comunhão de diversas personalidades de sua história. Ao contemplá-las podemos encontrar os elementos de nossas próprias histórias, nas similaridades dos motivos que tiraram o brilho dos servos do Senhor no passado. Gostaríamos de mencionar alguns drenos da comunhão encontrados na Bíblia.
ADÃO - DRENADO POR QUERER AGRADAR AOS HOMENS
Adão foi criado para ser imortal, feliz e sem pecados. Deus lhe deu uma companheira, osso de seus ossos e carne de sua carne. Deu-lhe um jardim completamente produtivo, livre de pragas, um celeiro alimentício contínuo, água cristalina, temperatura ideal e absoluta felicidade. Não havia situação melhor. Eva, sua esposa, visitada pela médium-serpente, ouviu que Deus estava escondendo a sabedoria e a possibilidade de serem como o Criador. Dessarte, comeu da fruta proibida (que não era nem maçã e nem sexo, diga-se claramente!) e foi levá-la ao marido. Ela convenceu-o de que a serpente sabia mais do que Deus. E Adão, querendo agradar a esposa, deixou-se seduzir. O resultado todos sabemos: o pecado entrou na raça humana; o homem colheu a morte como fruto; as mulheres a submissão ao marido e as dores de parto e os maridos colheram as pragas da Terra e o suor de esforço para tirar o alimento necessário.
Adão sabia qual era a vontade de Deus. Mas ele quis agradar a esposa. Certamente esse desejo seduziu-o e fez com que também duvidasse de que Deus estaria certo. O dreno da comunhão na vida deste primeiro homem foi querer agradar ao próximo ao invés de obedecer a Deus. O resultado foi a morte, o pecado, a expulsão do Éden, a tragédia familiar subsequente com o assassinato de seu filho. Péssima escolha a de Adão! Mas é a mesma escolha que muitos de nós, em pleno século XXI, fazemos todos os dias, quando agradamos a nós mesmos, ao cônjuge, aos filhos, aos pais, ao chefe, aos amigos, enfim, a todos, mesmo sabendo que tais escolhas ferirão a vontade do Senhor. O resultado é o dreno imediato da presença e da felicidade espiritual de nosso coração. O Espírito Santo se entristece. E a nossa comunhão é drenada.
ABRÃO - DRENADO POR QUERER AJUDAR A DEUS
Abrão foi chamado pelo Senhor para ser o pai da multidão dos que crêem. Saiu da sua terra, peregrinou em Canaã, mas não tinha filhos. Sarai, sua esposa, dizia que Deus a privara de filhos. Assim ela se expressou: : "E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz", Gn 16.22. Ora, se assim acontecia, Sarai tinha um plano para romper a vontade de Deus: "toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela.", idem. O seu raciocínio foi: "se Deus me privou de dar à luz, então eu irei sabotar esse propósito, dando-lhe uma outra mulher para que você tenha filhos com ela e eu os considere meus; Deus não mos deu, mas eu os terei assim mesmo!" Que trágica proposta. Abrão, drenado pelo desejo de ser pai e considerando que Ele já dissera que seria pai de multidões, aceitou esse plano imoral: " E ouviu Abrão a voz de Sarai." (Gn 16:22). O resultado todos sabemos: Agar, a serva, teve Ismael, um filho tercerizado de Sarai. Os problemas de aceitação e de herança foram tais que Sarai expulsou sua mãe e a criança. Ismael, esse menino que não pediu para nascer, tornou-se o pai dos árabes e ambos, Isaque e Ismael, guerreiam até hoje por todos os séculos.
Se Abrão tivesse esperado apenas 13 anos teria recebido em seus braços a Isaque, filho do ventre de Sarai. Mas não esperou no Senhor. Isso me faz lembrar um cântico muito popular, cantado em nossas igrejas, que dão a impressão de exigir que Deus faça o que nós queremos, independentemente de Sua vontade e de Seu tempo: "Se diante de mim não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas". Foi o que Abrão fez. Drenou a comunhão com Deus. Viu-se privado da paz no lar. Teve que mandar o filho embora. Que tragédia quando muitos de nós não esperamos no Senhor, não aceitamos a vontade do Senhor e nem aguardanos o tempo do Senhor! Damos uma forcinha para Deus! "Eu queria essa viagem, Deus não respondia, então me endividei"; "Eu queria casar-me com ela, ela não era convertida a Cristo, mas pensei que depois do casamento ela se converteria, então casei-me"; "eu tinha que fazer isso, Deus não me mostrava, então eu fiz, crendo que depois Ele confirmaria". E drenamos a nossa comunhão de forma profunda!
DAVI - DRENADO PELA CONCUPISCÊNCIA E PELO ORGULHO
Davi era um homem que amava a Deus de todo o seu coração. Conquanto não tivesse seguido o padrão da criação em termos de casamento (no princípio Deus fez homem e mulher, não homem e várias mulheres), ele buscava ser fiel e fugir da idolatria. Vivia um tempo de paz, prosperidade e felicidade em seu reinado. Enquanto seus soldados guerreavam ele passeava pelo páteo. Viu Betsabá a tomar banho no rio. Vencido pela concupiscência, mandou trazê-la e cometeu adultério oficial com ela. Devolveu-a ao seu lar. Certamente manteve sigilo, apenas quebrado pelo aviso da mulher: estou grávida. O que fazer?
Davi então recebeu os soldados em Jerusalém. Instou para que seu marido Urias fosse para casa, que subisse à cama com sua esposa. Certamente uma ou duas noites em casa daria credibilidade a uma boa mentira, de que o filho seria de Urias. Mas este, consciente de que ainda estava em serviço, dormiu no páteo do palácio e não foi para casa. O problema se agravava. Davi então pensou em colocar Urias na normalidade da morte nas guerras: mandou deixá-lo no fronte. E, fatalmente, Urias foi um dos primeiros a morrer. Oficialmente não havia crime algum, não havia problema nenhum. Davi viu-se livre para trazer Betsabá para casa e torná-la sua esposa.
Davi só não contava com um Deus que vê, um Deus que conhece o mais íntimo e que não esconde os pecados. Chamou Natã, Seu profeta, para contar uma parábola a Davi. Disse que um homem tinha muitas ovelhas e outro tinha apenas uma de estimação; que um visitante chegou à casa do que tinha muitas e que esse homem, ao invés de preparar uma das suas para servir ao visitante, roubou a do vizinho. Davi enfureceu-se, determinando pena de morte e devolução com multa do bem tomado. Natã então desvenda a estória: Davi é esse homem. Além de adulterar, matou o marido e tomou a esposa! Deus não se agradara! Davi, diferentemente de todos os outros reis e de muitos servos do Senhor de hoje, arrependeu-se com profunda amargura. Deus, por ser misericordioso, perdoou o seu pecado, mas a comunhão plena foi permanentemente drenada de sua vida: a espada veio morar na casa de Davi. Ele teve que ver um filho praticar incesto com uma filha, ver outro filho matar o infame que desonrou a irmã, ver outro filho tomar-lhe o império e terminar o seus dias com uma briga de poder entre dois filhos.
Não foi só nisso que Davi drenou a sua comunhão. Depois que tudo estava mais ou menos equilibrado ele sentiu-se orgulhoso de si próprio, querendo saber de quantas pessoas era rei. Talvez para dizer que nunca na história de Israel houve rei como ele, talvez para avisar os outros reis que ele era muito grande. Seu estatístico, Joabe, tentou alertá-lo para que não fizesse essa bobagem, considerando que era Deus, e não Davi, que dava prosperidade e poder a Israel. Mas foi vencido pela autoridade. Joabe e seus homens contaram o povo. Finda a contagem Davi caiu em si. Mas era tarde: a praga subira sobre o país, consumindo dezenas de milhares de pessoas. Só foi contida com a oferta no terreno de Araúna, onde Davi disse: "não oferecerei a Deus sacrifício que não me custe nada". Sim, custou para ele e custou para dezenas de milhares que não precisariam ter morrido. Davi drenou sua comunhão com Deus.
CONCLUSÃO
Poderia discorrer sobre muitos outros, mas esses três exemplos já nos são suficientes.
Pecados não confessados, não assumidos, são drenos de nossa comunhão. Negócios mal feitos, compromissos não honrados, palavras mentirosas, acordos rompidos, casar-se com alguém que não conta com a autorização bíblica, manter-se em situações que escandalizam o nome do Senhor, forçar algo que Deus não tem aprovado, são drenos de nossa comunhão. O coração se entristece, não sentimos mais a presença do Senhor, os hinos não nos tocam mais, a vontade de servir a Deus na Casa do Senhor desaparece, não observamos mais os compromissos financeiros para com a Obra dEle, não oramos, não lemos a Palavra, não nos quebrantamos, enfim, tornamo-nos uma estátua de sal diante de uma Sodoma destruída. Não convém que fiquemos assim, meus amigos!
Cristo nos convida à comunhão!
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1Jo 1:9)
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. (Pv 3:6)
O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. (Pv 28:13)
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. (2Cr 7:14)
Que Deus nos livre dos drenos da comunhão!
Pr. Wagner Antonio de Araújo
01/03/2016
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